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Parada dura na Baixada

O Inter encara hoje 36 mil sedentos torcedores do Paraná, clube que nasceu grande (da fusão de Colorado, Pinheiros, Britânia e Água Verde, creio) e aos poucos se foi apequenando. Gosto do Búfalo Pottker e de suas quase incontroláveis arremetidas em direção ao gol, mas será positivo avaliar Nico López durante um jogo inteirinho. Penso que até o final da série B esta será a parada mais dura para os colorados. O Paraná vem de inexplicável derrota para o Figueirense – vinha crescendo, sempre se sustentando no G-4, grupo no qual deverá terminar a competição.

Para voltar com tudo
Esses dez dias de descanso, treinos, cuidados médicos e fisioterápicos serão úteis ao Grêmio, destroçado por contusões. Por elas e pelo desempenho sofrível do time domingo, aquele 1 a 0 sobre o Fluminense equivaleu a uma goleada. Dia 11, contra o Cruzeiro, será o ensaio geral para o jogo de uma semana depois, contra o Corinthians na sua majestosa Arena. Ali será a hora da verdade final, saberemos como estará o mísero percentual de possibilidade que hoje tem o Tricolor para seguir sonhando com o título. Há quem ainda acredite.

Falta pouco para a seleção
A oito meses e meio da Copa, o Brasil faz nos próximos sete dias seus dois últimos jogos oficiais. Garantido nas eliminatórias, vai treinar contra a Bolívia quinta-feira, nos quase 4 mil metros de altitude de La Paz. No dia 10 sim, o Chile poderá dificultar: dependendo dos resultados de Peru, Argentina e Paraguai, os chilenos chegariam ao Allianz Parque disputando a última vaga para a Rússia, jogando sua vida contra o Brasil. Que é logicamente o favorito, ainda mais se o adversário tiver que sair para buscar uma vitória. Com velocidade nos contragolpes, podemos até golear.

Morte anunciada
Você sabia? Amanhã a agonizante Primeira Liga será decidida entre Atlético-MG e Londrina, em jogo único na casa deste, tudo bem rapidinho, para não chamar atenção ao fracasso. Ficarão lições, uma positiva porque alguns clubes ousaram enfrentar a CBF e sua mafiosa organização; outra negativa, porque não atraíram os grandes de São Paulo, mais interessados no rentável Paulistão do que na aventura de jogar contra clubes de menor expressão. E sem eles nem o volume publicitário que carregam, não tem dinheiro. E se não tem dinheiro, não tem torneio. Fim. Descanse em paz.

Pitacos
Renato se queixa de seu elenco curto em um campeonato comprido, como é o Brasileiro. Ora, qual clube não sofreria com desfalques ao longo de 38 rodadas? *** Aliás, Palmeiras e Atlético-MG, por exemplo, têm elencos de sobra. Mas suas campanhas não correspondem aos investimentos. *** Agora que ele mostrou a que veio, dá para brincar. Quando o novo técnico do Inter chegou, com sua proeminente barriga, tive que rir da manchete com uma foto dos dois: “Guto trouxe apenas seu preparador físico”.

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