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7 a 1 é muito gol para esquecer

De Berlim, dizem que os alemães dão pouca importância à segunda tragédia do futebol brasileiro, no Mineirão – a primeira foi a de 1950, no Maracanã. Aquela, a mais recente, todos pudemos assistir e lamentar. Hoje, a partir de 15h45min, quem puder estará de olhos grudados na tevê, com a sombra dos 7 a 1 por trás da poltrona. É lógico que o jogo será outro – aquele atropelamento de 2014 levará décadas para se repetir. Tite aproveitará para ver de perto dois ou três candidatos, a Alemanha também. Aposto em partida equilibrada, um proveitoso teste – também para nossa vacina contra goleadas inexplicáveis.

Em Santa Cruz, assunto resolvido

Acabou. Como tudo indicava, o Grêmio venceu e com uma folga que praticamente o classifica às finais do Gauchão. O Avenida pode festejar o muito que avançou além de sua meta inicial e projetar um campeonato seguro para 2019. Além de cumprir papel honroso na Arena amanhã, até porque Renato sabiamente deverá utilizar uma equipe alternativa. Em jogos como o de domingo, não basta derrotar o adversário – tem que superar também o campo.

O outro finalista virá de Pelotas

Não que seja impossível o Zequinha aprontar, mas jogando em casa o Brasil é franco favorito. Sua torcida – que pela tevê me pareceu maior do que a do dono da casa – sozinha já faria a diferença. Como o time do Xavante ainda é superior e marcou gol no Passo d’Areia, tudo indica que estará na final do Gauchão. Confirmados os favoritismos, Grêmio e Brasil farão o Rio Grande tremer – e sua parcela colorada obviamente terá lado.

Nem o Grêmio nem o Inter

O jogo foi há apenas seis dias, mas com a velocidade e o calendário do futebol brasileiro, parece que faz semanas. Só não quero deixar de registrar: nem o Grêmio era tão bom nem o Inter tão ruim como ambos aparentavam, depois dos 3 a 0. O Tricolor conheceu melhor suas deficiências – o centroavante André finalmente chegou –, o Colorado mais ainda. Já que Odair Hellmann terá de se conformar com parcos reforços, precisará seguir matando dois leões por semana – no Brasileirão e na Copa do Brasil. Terá 20 dias para moldar uma equipe pelo menos competitiva.

Pitacos

E o Flu do Abelão? Vendeu ou liberou todas as estrelas, promoveu juniores, enxugou brutalmente a folha de salários e chega faceiro às semifinais do confuso campeonato do Rio. *** Não que eu queira secar o esforçado Jael, mas acertará ele outra cobrança de falta como aquela do Grenal da Arena? Mesmo Renato acha que não, tanto que até pênalti quem cobra é Luan. E acerta. *** D’Alessandro merecidamente festejou seus 400 jogos pelo Inter, uma ótima marca no atual nível de profissionalismo de nosso futebol. *** Wladimir, lateral-esquerdo que brilhou nos anos de 1970/80, cumpriu 805 partidas com a pesada – naquela época de raros títulos, então… – camisa do Corinthians. *** O Rei Pelé jogou 1.116 vezes pelo Santos e só no final de sua carreira saiu – para o Cosmos de Nova York.

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